quarta-feira, 27 de abril de 2011

Mulheres-a-dias: Prós e Contras

Apesar de todas sermos donas-de-casa (nem que seja em part-time), em alguma altura da nossa vida acabamos por precisar (ou sonhar) com uma mulher-a-dias. Alguém de confiança, trabalhadora, por um preço acessível e que faça o trabalho de maneira a não sentirmos muito a sua presença. É claro como água, que encontrar todas estas características reunidas numa só pessoa é missão quase impossível!


Eu até tenho uma que até é bastante trabalhadora, se lhe desse carta branca limpava-me a casa com lexívia todas as semanas. Em contrapartida é um bocadinho lenta e faz render as horas o mais que pode. À conta da paranóia que tem com a lexívia (adora limpar paredes) já me deu cabo de algumas coisas.


Um dos aspectos positivos a ter em conta é "tudo o que ela fizer eu não preciso de fazer", que rapidamente se pode transformar num contra " caso seja uma aldrabona, temos que andar nós por trás a corrigir o serviço". Felizmente este contra não se aplica no meu caso.


Ao contrário de muitas, a minha, quando escavaca alguma coisa costuma acusar-se (a minha mãe teve uma que andava com um tubo de cola no bolso da bata), o que faz com que não tenha coragem para aceitar a compensação pelos danos, porque parto do princípio que a honestidade também tem valor.


Outra paranóia dela tem a ver com os panos do pó. Pano que é pano só pode ser utilizado se for velho e gasto. Por mais que lhe tente impingir os panos novos, acabo sempre por ter de contar até dez quando ela me vem com a conversa do costume: os novos limpam mal (apesar de já os ter lavado mais de 10 vezes) e os velhos é que são bons. Cara amiga, sempre quero ver o que vais fazer quando os velhos se desintegrarem nas tuas mãos!


O azar todo é que tenho que levar com ela dois dias por semana, no final do dia (das 6h à 9h da noite) porque ela trabalha durante o dia. E não imaginam como é chato, depois de um dia de trabalho, não poder estar à vontade na minha própria casa.

domingo, 24 de abril de 2011

Feito em tempos...

Enquanto deambulava pela net, numa manhã de insónias (mais uma a propósito) descobri neste cantinho, uma espécie de viagem rápida pelas minhas memórias.

A ideia que a autora apresenta aqui para se dar um novo uso às argolas para cortinados já tinha sido utilizada por mim há muito, muito tempo, era eu uma moçoila nova e cheia de ideias. Ficam aqui as imagens que me levaram a viajar no tempo e o respectivo endereço.

P.S. Pode ser que mais tarde consiga postar aqui a imagem do tal trabalho que fiz em tempos idos da memória.

sábado, 23 de abril de 2011

Frase do Dia

"O talento vem de Deus. Tem humildade. A fama vem dos homens. Tem gratidão. A arrogância vem de ti. Tem cuidado"

John Wooden, jogador de basquetebol norte-americano (1910-2010)

"Era uma vez aqui"

E eis que vos deixo outro blog que é um regalo para a vista. Cheio de frescura, elegância e de muitas imagens que nos encantam, eis o blog " Era uma vez aqui", da Maria João Dias.

São muitas as coisas que gosto, mas só para vos abrir o "apetite" destaco este bolo que é lindo e a facilidade com que foi feito é qualquer coisa de original.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

T-shirt com Monograma

E porque em part time também se podem fazer coisas bonitas, enquanto o piolho dormia a sesta a mãe fazia gosto ao dedo ;)

Aqui ficam as imagens de uma aplicação em ganga e feltro, que fiz numa T-shirt para o piolho mais velho. Prova de que os restos de uma bainha, de um par de calças de ganga, podem ser reutilizados de forma original.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Green ideas

E porque o meio ambiente também é uma das minhas preocupações, aqui fica uma ideia giríssima que encontrei através da amiga Maria Cachucha, no blog de uma amiga de uma amiga dela (lol) e que vai de encontro à ideia que quanto mais simples são as coisas, mais úteis e eficazes são.
Ora espreitem:

segunda-feira, 18 de abril de 2011

6 semanas

A gravidez para a maioria das pessoas é um verdadeiro estado de graça, no meu caso tem de tudo um pouco :)

Tenho pena porque 9 meses parecem muito tempo, mas na realidade sinto que passam a correr.

O primeiro trimestre é passado entre náuseas, má-disposição e vómitos, o segundo trimestre é passado num verdadeiro estado de graça, mas o terceiro... o terceiro traz de bónus tudo quanto não se quer: insónias, azia, inchaço, contracções, cansaço, ... eu sei lá. Parece que é a forma que o nosso corpo arranjou para dizer: "Agora basta de exclusividade, é tempo de pôr esse bebécas cá fora e partilhá-lo com o resto do mundo". Mais incrível ainda é a capacidade que temos de esquecer tudo isto e passar novamente pelo mesmo. No meu caso num curto intervalo de tempo: apenas 2 anos ;)

Se tudo correr bem daqui a 6 semanas apresento o piolho mais novo ao mundo.